domingo, 27 de janeiro de 2019

Armadilha para turistas (1979)


Armadilha para turistas  (1979)

Um dos grandes filmes arquetípicos de terror, Tourist Trap não é realmente "bom" no sentido tradicional, mas tem assombrado inúmeros espectadores nos últimos vinte anos. Tão sem sentido quanto um filme experimental , ele realmente começou a desenvolver uma base de fãs graças ao entusiasmo dos fãs de Stephen King  
Na clássica tradição de terror, um quarteto de infelizes jovens viajando por algumas estradas secundárias acaba numa armadilha para turistas (anúncios e placas falsas ) desolada e dirigida pelo desconfiadamente hospitaleiro Sr. Slausen (Chuck Connors) as futuras vítimas encontram os manequins de Slausen, que têm o péssimo hábito de ganhar vida e matar pessoas. Enquanto isso, outro residente em uma máscara estranha passa ocasionalmente visitantes inocentes por experiências bizarras nas quais os humanos são transformados em manequins. Muito em breve cabe ao único sobrevivente que deve lutar por sua vida contra uma série de terrores bizarros e plastificados.


Graças à sua bizarra e surpreendente trilha sonora de Pino Donaggio e direção eficiente de David Schmoeller ( Crawlspace ), essa pequena esquisitice aparentemente evoca muitos dos elementos de sucesso do Massacre da Serra Elétrica , incluindo um ambiente rural e uma sugestão em vez de explícita. gore. O desempenho verdadeiramente enlouquecido de Connors faz dele um dos psicopatas de base mais memoráveis, mesmo que a natureza exata de sua vilania nunca seja esclarecida. (Ele é telecinético? Ele está sob o controle dos manequins ou vice-versa? Ele tem múltiplas personalidades?) A meia hora final, em particular, levanta Tourist Trap fora do molde, combinando um estranho romance lírico com as imagens obviamente arrepiantes de manequins animados e animados à espreita. 



Armadilha para Turistas  1979 
Dirigido por David Schmoeller 
Elenco : 


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terça-feira, 25 de dezembro de 2018

O Enigma da Pirâmide (1985) Dublado – Torrent Download


O enigma da piramide (1985)

No Filme O Enigma da Pirâmide (1985) Dublado – Torrent Download. O que teria acontecido se Sherlock Holmes e o Dr. Watson tivessem se conhecido na escola? Elementar – só aventura! E é exatamente isso que o diretor Barry Levinson (Rain Man, Vida Bandida) nos dá, nesse espetáculo de efeitos especiais, que mostra o superdetetive em seu primeiro caso! Quando uma série de bizarros e intrigantes crimes ataca Londres, o jovem Holmes e seu amigo recente, Watson, acabam inadvertidamente envolvidos num tenebroso mistério. Então o jogo está valendo! , e o detetive se lança na aventura de solucionar o mais espantoso caso de sua extraordinária carreira.






  1. Elenco 

  2. Nicholas Rowe
    Sherlock Holmes
  3. Alan Cox
    John Watson
  4. Sophie Ward
    Elizabeth Hardy
  5. Anthony Higgins
    Professor Rathe
  6. Susan Fleetwood
    Mrs. Dribb
  7. Roger Ashton-Griffiths
    Det. Sgt. Lestrade


quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Cine Tumba He-Man e os Mestres do Universo !

Cine Tumba He-Man e os Mestres do Universo ! 


Confesse: se você foi criança na década de 1980, certamente gritou muito a frase “Pelos Poderes de Grayskull” nas brincadeiras com seus amigos. e certamente também foi ao cinema na estreia de Mestres do Universo, filme estrelado por Dolph Lundgren no papel de He-Man. Provavelmente também voltou decepcionado do cinema porque aquele não era o herói que você viu na TV.

Pois bem… o fato é que o longa-metragem completou 30 anos de sua estreia nos Estados Unidos e, para comemorar, descobrimos várias curiosidades de bastidores que nem o Esqueleto deve saber, mas que Cine Tumba traz com detalhes para você.

1. He-Man Wars


A empresa de brinquedos Mattel recebeu, em 1976, uma proposta de George Lucas para produzir os bonecos de Star Wars, mas recusou a oferta, acreditando que aquela aventura espacial não tinha futuro. Após o megasucesso da trilogia, a empresa quis recuperar o tempo perdido e lançar uma linha similar de bonecos e o designer Roger Sweet desenvolveu três modelos (um com bárbaros, um com soldados e outro com astronautas). Os executivos da Mattel aprovaram o bárbaro, que ganhou uma história pregressa e se tornou He-Man (sem a identidade secreta do Príncipe Adam). Foi este personagem que serviu de base para o longa-metragem – e não o desenho animado, como muita gente acredita. Daí as diferenças conceituais entre os dois.


2. Da Suécia para Etérnia

O sueco Dolph Lundgren foi o primeiro ator a ser contratado para o filme. Antes de dar vida a He-Man, ele havia interpretado o lutador Drago, em Rocky IV (1985) e o guarda-costas Venz, que protege o General Anatol Gogol, em 007 – Na Mira dos Assassinos (1985). Conta-se que, quando o diretor foi contratado para dirigir o filme, ficou decepcionado ao saber que Lundgren já havia sido confirmado no papel, pois ele preferia o ator Matthew Modine interpretando He-Man.

3. Ursa Maligna


Sarah Douglas, a intérprete da kryptoniana Ursa, em Superman II (1980) e da Rainha Taramis, em Conan, o Destruidor (1984) tinha o estilo perfeito para interpretar Maligna, a feiticeira comparsa de Esqueleto. No entanto, ao ser convidada a atriz não se interessou pelo papel, que ficou com a atriz Meg Foster.



4, He-Man, Superman ou Spider-Man?

A Cannon Group, produtora do filme, planejava fazer um filme do Homem-Aranha e até chegou a divulgar um pôster da produção. No entanto, como tinha pouco orçamento, preferiu dividir o valor em caixa em duas produções – Superman IV – Em Busca da Paz e Mestres do Universo – a fim de lucrar o suficiente para produzir o filme do aracnídeo. Resultado: os dois filmes deram prejuízo e o filme do Homem-Aranha continuou na gaveta.

5. Acabou a Grana

Mestres do Universo teve um orçamento inicial de US$ 17 milhões. Quando o dinheiro acabou, o estúdio encerrou as filmagens antes do tempo previsto, forçando o diretor a criar soluções rápidas que conduzissem ao clímax do filme – a batalha final contra Esqueleto. Após dois meses, o estúdio conseguiu liberar um valor extra no orçamento – que fechou em US$ 22 milhões – e autorizou que o diretor finalizasse a história como havia planejado, mas num prazo bem curto.



6. Framboesa de Ouro? Ah, não…
O anão Gwildor (Billy Barty) foi criado especialmente para o filme para substituir o personagem Gorpo como alívio cômico da história. O motivo é que Gorpo exigiria um alto custo em efeitos especiais que o orçamento apertado não permitia. O mesmo vale para Gato Guerreiro, parceiro de He-Man, que precisaria ser feito em CGI e encareceria demais o projeto. Barty, por sinal, recebeu uma indicação para o Framboesa de Ouro, como pior ator coadjuvante, mas “perdeu” o troféu para David Mendenhall, de Falcão, o Campeão dos Campeões (outra produção da Cannon Group).

7. Herói Pacifista
A Filmation, produtora da série animada de He-Man, não teve nenhuma participação no longa-metragem, nem como consultoria. Já a Mattel, interferiu em alguns detalhes: determinou que He-Man não matasse ninguém (motivo pelo qual o exército de Esqueleto é todo formado por robôs) e fez um concurso cujo vencedor teria um papel no longa-metragem, forçando o diretor a torcer tempo e orçamento para inserir um personagem que não estava programado. O vencedor, o garoto Richard Szponder, aparece brevemente, numa ponta, como um dos capangas de Esqueleto chamado Pigboy.

8. A Volta dos que não Foram
Para a Cannon, o sucesso de Mestres do Universo parecia tão certo que o estúdio já tinha planejado uma continuação. O roteiro mostraria He-Man voltando à Terra para enfrentar Esqueleto – que tinha retornado ao nosso planeta e o transformado num local desértico. Com o fracasso comercial do filme, o roteiro foi reescrito e se tornou o filme Cyborg: O Dragão do Futuro (1989), estrelado por Jean-Claude Van Damme.




9. Amor e Ódio
Frank Langella considera Esqueleto como um de seus melhores papéis no cinema. Ele adorou interpretar o vilão, principalmente para homenagear seu filho, que era um grande fã de He-Man. Lundgren, por sua vez, considerou o papel de He-Man como o pior de sua carreira e disse, em entrevistas, que as filmagens foram “um pesadelo”. Tanto que, na possível sequência, antecipou que não repetiria o papel, o que levou o estúdio a sondar o surfista Laird John Hamilton como substituto.
10. He-Man com Sotaque
Por conta da pouca fluência de Dolph Lundgren em inglês e seu forte sotaque, o diretor Gary Goddard planejava que sua voz fosse dublada por outro ator. No entanto, o contrato de Lundgren garantia que ele teria mais tempo para se dedicar a redublar suas falas na pós-produção. Mas, com o prazo apertado, o diretor preferiu deixar tudo como estava e a voz de Lundgren é a que foi gravada originalmente.

12. Orçamento Apertado
Em esboços iniciais do roteiro, a trama de Mestres do Universo se passaria totalmente em Etérnia, inclusive com cenas passadas na Montanha da Serpente. No entanto, com as limitações orçamentárias, o diretor decidiu que a história deveria se passar na Terra. Goddard conseguiu um valor extra com o estúdio para filmar o início da história em Etérnia, ao menos.

12. Jack Kirby, Mestre do Universo

O desenhista e roteirista de quadrinhos, John Byrne, notou semelhanças do enredo do filme com a saga do Quarto Mundo, que Jack Kirby criou para a DC Comics. Byrne mencionou isso numa entrevista publicada na revista Comic Shop News e o diretor Gary Goddard respondeu a Byrne que procurou, sim, fazer uma homenagem a Kirby no longa-metragem, mas a todo o seu trabalho e não apenas ao Quarto Mundo.




Assista a resenha completa no  Cine Tumba 




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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

12 horas para sobreviver o ano da eleição


12 Horas para sobreviver o ano da eleição 

Finalmente a trilogia da noite do expurgo se completa, mas com um título nacional diferente dos seus antecessores. Apesar de no site IMDb o nome ainda constar como “Uma Noite de Crime 3” (The Purge: Election Year), a Universal Pictures está lançando aqui como “12 Horas Para Sobreviver“. No texto, vou me referir ao filme pelo seu subtítulo: O Ano da Eleição.


Já são 20 anos de noite do expurgo nos EUA. Agora é ano de eleição e contando com o apoio da população menos favorecida, a candidata da oposição faz campanha pelo fim da noite do expurgo. Já o governo formado pela NPFA (Novos Pais Fundadores da América), com o apoio da elite, decide acabar com esse “mimimi” e mostrar que não há elite privilegiada, decidindo que agora ninguém está livre do expurgo. Sendo assim, é estabelecido o fim da imunidade dos políticos durante essas horas. Agora a senadora da oposição não tem mais a proteção e tá lascada. Com a nova treta estabelecida, o filme agora segue a mesma estrutura do longa anterior, “Anarquia“.
Curioso que finalmente a franquia decide abordar mais abertamente a ameaça do pensamento fascista por trás da tão controversa “medida de segurança” e, logo de início, nos é apresentado o real motivo da tal noite de crimes: Matar pobres. Claro que tudo era subentendido nos anteriores. Aqui vemos os tais “Novos Pais Fundadores da América” – republicanos(?) – expondo seu ódio a todos que não sejam brancos, ricos e cristãos. Em contrapartida, temos a senadora – democrata(?) – que também é da elite branca, etc… Após passar por maus bocados em um expurgo há 18 anos, a senadora Charlie Roan tem como principal meta agora acabar com essa lei absurda
James DeMonaco também assina o roteiro e a direção deste terceiro filme, mas continua inseguro quanto a sua criação. Já estamos no suposto – Vai que aparece um quarto filme, né? – capítulo final da saga, e o cara ainda explica a premissa básica da tal “noite do expurgo” como se fosse novidade. Tudo bem que sempre tem alguém que não viu os anteriores e que se trata de uma produção da Blumhouse (Atividade Paranormal, Annabelle), mas que procurasse uma maneira mais enxuta pra contextualizar a situação. Após estabelecer a premissa, o diretor perde muito tempo apresentando os personagens e mesmo assim, o faz porcamente. É impossível criar empatia por personas tão superficiais e desinteressantes. Repetindo a fórmula do seu antecessor, vamos conhecendo individualmente um a um que, mais pra frente, vão formar um grupo que vai resolver as diferenças entre si e tentar sobreviver durante as 12 horas de crimes legalizados.
Frank Grillo está de volta, só que agora como guarda-costas da senadora anti-expurgo. Dessa vez como suposto protagonista, o nosso herói tem mais falas e um nome: Leo. Lembrando que no anterior era apenas creditado como “sargento”. Temos também Elizabeth Mitchell (Lost, Alta Frequência) no papel de Charlie Roan, a candidata a presidência dos EUA que defende o fim do expurgo e acaba virando alvo do governo vigente. Como personagens secundários, temos também o destemido e leal Marcos (Joseph Julian Soria), o bom rabugento Joe Dixon (Mykelti Williamson) e a interessante badass Laney Rucker (Betty Gabriel), cujo passado obscuro infelizmente não é aprofundado.
Como se é esperado, tudo vira um verdadeiro show de horrores nas ruas. A violência é bem mais gráfica que seus antecessores e o visual da galera é extravagante e beirando o ridículo. É, exatamente, como um figurante diz no início: “o halloween dos adultos“. Cada fantasia é super bem produzida e pensada para esse dia. Tem até máscara que pisca com neon. É tudo tão estiloso que somado às tomadas dignas de videoclipes musicais, a violência e o contexto político perdem força dramática.
Se o anterior lembrava o jogo GTA, aqui, a coisa já evolui pra Twisted Metal. Dentre os diversos grupos que tocam o terror na cidade, vale destacar o de turistas europeus fantasiados de símbolos americanos, que viajaram pra os EUA especialmente pra curtir essa noitada. Sem falar da gangue das Candy Bar Girls formado por colegiais nada inocentes.
Mais uma vez o roteiro segue apenas ameaçando ser ousado. Ao mesmo tempo que tem a denúncia contra a elite que subjuga os pobres, temos o protagonismo heroico por parte de uma representante também da elite que apenas é contra o expurgo por ter sido vítima do mesmo e não por consciência social. [Por sinal, por que não uma candidata heroína negra, latina ou outra imigrante que representasse o povo subjugado no filme de fato? Medo de ser acusado de “racismo reverso” por mostrar uma elite branca do mal? Ou é só uma exceção pra fazer média?]
Enfim… Para os demais personagens (leia-se latinos, negros e imigrantes) restam os papeis de meros coadjuvantes na causa que, apesar da produção mostrar suas boas intenções, acabam sendo retratados como terroristas radicais. Mesmo assim, o filme tenta “se desculpar” o tempo todo. Em certo momento, por exemplo, em um diálogo entre a senadora e um rapaz do povão, ela o retruca meio ofendida dizendo que nem todo político é do mal, fazendo uma autoreferência. Falta tato e jogo de cintura da parte de DeMonaco pra se tratar de um assunto tão delicado que é a luta de classes.
Mas apesar de conceitualmente raso, desajeitado, mal conduzido e espalhafatoso, “O Ano de Eleição” até que fecha bem (entre trancos e barrancos) a trilogia e pode divertir se for encarado como o que de fato é: um filme de ação genérico. O que não é novidade alguma, tendo em vista seu antecessor. Sendo justo, ao menos DeMonaco não retrata a mulher como sexo frágil e deixa sua bem intencionada crítica, mesmo que superficial e sem jeito, contra o preconceito e o perigo do armamento desenfreado nos EUA. Quem gostou dos dois longas anteriores, não vai ter o que reclamar desse último capítulo da trilogia do expurgo.
Escala de terror: 

Título original: The Purge: Election Year
Direção: James DeMonaco
Roteiro: James DeMonaco
Elenco: Frank Grillo, Elizabeth Mitchell, Mykelti Williamson

Orígem: EUA, França


Baixe o filme em 720p


segunda-feira, 22 de outubro de 2018




Olhos Famintos 3

O cineasta Victor Salva possui uma filmografia no mínimo curiosa. Estreou na direção de longas com o filme “Palhaço Assassino” (exibido na TV como “Máscaras do Terror”, no saudoso Cine Trash) em 1989. Depois de passar um período preso acusado de abuso do garoto protagonista de seu filme, Salva voltou para o cinema em 1995 na direção de duas de suas melhores realizações: “Maus Companheiros” e “Energia Pura“, que considero a sua obra-prima máxima.





Mas, foi em 2001 que Salva viu nascer seu maior sucesso nas telonas, “Olhos Famintos” (Jeepers Creepers). Produzido por Francis Ford Coppola, “Olhos Famintos” trazia um roteiro simples e com ênfase no suspense, deixando o terror propriamente dito para seu clímax. O filme foi extremamente bem aceito pelo público e recebeu bons elogios por parte da crítica especializada em cinema de gênero. Com poucos nomes conhecidos no elenco, o filme atraiu os fãs de filmes de terror e suspense contando a história de uma criatura misteriosa que a cada 23 primaveras se alimenta de suas vítimas, guiado pelo medo delas, quanto mais medo sentirem, mas saborosas elas se tornam para o Creeper.
Com o sucesso, surgiu a continuação no ano seguinte, que obteve também um bom resultado, mas que foi menos sugestivo do que seu antecessor e optou por seguir uma linha mais gráfica, apostando em sustos fáceis e sem muita inspiração, tornando-se apenas um entretenimento esquecível e rotineiro.

Os anos foram se passando e o rumor da produção de um novo filme da franquia começou a pipocar pelas redes sociais como Orkut e Facebook. Já até diziam que o longa se chamaria “Jeepers Creepers III – Cathedral”. Mas, nada de ser lançado ou mesmo qualquer notícia referente às filmagens do filme. Muito se especulava também que essa terceira parte iria explicar a origem do Creeper, ou que iria trazer personagens do primeiro filme numa trama de vingança… Eis então que em 2017 somos finalmente apresentados a “Olhos Famintos III”, e a espera não valeu absolutamente nada a pena.


A trama se passa antes dos eventos do segundo filme. O roteiro é extremamente preguiçoso, mal escrito e pior ainda desenvolvido. A impressão é que tudo foi feito às pressas e os efeitos em CGI são péssimos. Nada se salva!

No elenco temos outro enorme problema. Tirando alguns atores de verdade, boa parte do elenco é totalmente amador. Stan Shaw é o que mais se aproxima de um protagonista e o que se esforça pra entregar algo de seu personagem. Brandon Smith parece reprisar seu papel em “Energia Pura”, mas sem a menor motivação. Meg Foster entrega uma tentativa de interpretação no piloto automático e sem freio.

Nem mesmo Johnathan Breck, retornando ao papel do Creeper, consegue causar qualquer reação em quem assiste. Isso sem falar no time de policiais mais burros e incompetentes que o cinema já viu desde “Halloween 5 – A Vingança de Michael Myers”. O veículo do Creeper que antes parecia verdadeiramente ameaçador e tenebroso agora se tornou praticamente um Bat-Móvel, com direito a explosivos e tudo mais.
Olhos Famintos III” é a continuação (nem tão continuação assim) mais desnecessária que vi em muitos anos. Não tem nada que justifique sua espera. Não empolga e não funciona em absolutamente nada de sua proposta inicial. Só serviu pra decepcionar os fãs da franquia que aguardavam ansiosamente pelo retorno do Creeper às telonas, ou nesse caso para as telinhas, já que foi direto para exibição no SyFy. No final ainda deixa uma brecha para uma possível continuação, mas duvido muito que aconteça. Em resumo, não perca seu precioso tempo com isso.
Assista o Trailer 



Halloween 2018


Halloween 2018  

Quatro década depois de ter escapado do ataque de Michael Myers em uma noite de Halloween, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) terá que confrontar o assassino mascarado pela última vez. Ela foi perseguida pela memória de ter sua vida por um triz, mas dessa vez, quando Myers retorna para a cidade de Haddonfield, ela está preparada.

Assista o Trailer 






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