No Filme O Enigma da Pirâmide (1985) Dublado – Torrent Download. O que teria acontecido se Sherlock Holmes e o Dr. Watson tivessem se conhecido na escola? Elementar – só aventura! E é exatamente isso que o diretor Barry Levinson (Rain Man, Vida Bandida) nos dá, nesse espetáculo de efeitos especiais, que mostra o superdetetive em seu primeiro caso! Quando uma série de bizarros e intrigantes crimes ataca Londres, o jovem Holmes e seu amigo recente, Watson, acabam inadvertidamente envolvidos num tenebroso mistério. Então o jogo está valendo! , e o detetive se lança na aventura de solucionar o mais espantoso caso de sua extraordinária carreira.
Confesse: se você foi criança na década de 1980, certamente
gritou muito a frase “Pelos Poderes de Grayskull” nas brincadeiras com seus
amigos. e certamente também foi ao cinema na estreia de Mestres do Universo,
filme estrelado por Dolph Lundgren no papel de He-Man. Provavelmente também
voltou decepcionado do cinema porque aquele não era o herói que você viu na TV.
Pois bem… o fato é que o longa-metragem completou 30 anos de
sua estreia nos Estados Unidos e, para comemorar, descobrimos várias
curiosidades de bastidores que nem o Esqueleto deve saber, mas que Cine Tumba traz
com detalhes para você.
1. He-Man Wars
A empresa de brinquedos Mattel recebeu, em 1976, uma
proposta de George Lucas para produzir os bonecos de Star Wars, mas recusou a
oferta, acreditando que aquela aventura espacial não tinha futuro. Após o
megasucesso da trilogia, a empresa quis recuperar o tempo perdido e lançar uma
linha similar de bonecos e o designer Roger Sweet desenvolveu três modelos (um
com bárbaros, um com soldados e outro com astronautas). Os executivos da Mattel
aprovaram o bárbaro, que ganhou uma história pregressa e se tornou He-Man (sem
a identidade secreta do Príncipe Adam). Foi este personagem que serviu de base
para o longa-metragem – e não o desenho animado, como muita gente acredita. Daí
as diferenças conceituais entre os dois.
2. Da Suécia para Etérnia
O sueco Dolph Lundgren foi o primeiro ator a ser contratado
para o filme. Antes de dar vida a He-Man, ele havia interpretado o lutador
Drago, em Rocky IV (1985) e o guarda-costas Venz, que protege o General Anatol
Gogol, em 007 – Na Mira dos Assassinos (1985). Conta-se que, quando o diretor
foi contratado para dirigir o filme, ficou decepcionado ao saber que Lundgren
já havia sido confirmado no papel, pois ele preferia o ator Matthew Modine
interpretando He-Man.
3. Ursa Maligna
Sarah Douglas, a intérprete da kryptoniana Ursa, em Superman
II (1980) e da Rainha Taramis, em Conan, o Destruidor (1984) tinha o estilo
perfeito para interpretar Maligna, a feiticeira comparsa de Esqueleto. No
entanto, ao ser convidada a atriz não se interessou pelo papel, que ficou com a
atriz Meg Foster.
4, He-Man, Superman ou Spider-Man?
A Cannon Group, produtora do filme, planejava fazer um filme
do Homem-Aranha e até chegou a divulgar um pôster da produção. No entanto, como
tinha pouco orçamento, preferiu dividir o valor em caixa em duas produções –
Superman IV – Em Busca da Paz e Mestres do Universo – a fim de lucrar o
suficiente para produzir o filme do aracnídeo. Resultado: os dois filmes deram
prejuízo e o filme do Homem-Aranha continuou na gaveta.
5. Acabou a Grana
Mestres do Universo teve um orçamento inicial de US$ 17
milhões. Quando o dinheiro acabou, o estúdio encerrou as filmagens antes do
tempo previsto, forçando o diretor a criar soluções rápidas que conduzissem ao
clímax do filme – a batalha final contra Esqueleto. Após dois meses, o estúdio
conseguiu liberar um valor extra no orçamento – que fechou em US$ 22 milhões –
e autorizou que o diretor finalizasse a história como havia planejado, mas num
prazo bem curto.
6. Framboesa
de Ouro? Ah, não…
O anão Gwildor (Billy Barty) foi criado especialmente para o filme para
substituir o personagem Gorpo como alívio cômico da história. O motivo é que
Gorpo exigiria um alto custo em efeitos especiais que o orçamento apertado não
permitia. O mesmo vale para Gato Guerreiro, parceiro de He-Man, que precisaria
ser feito em CGI e encareceria demais o projeto. Barty, por sinal, recebeu uma
indicação para o Framboesa de Ouro, como pior ator coadjuvante, mas “perdeu” o
troféu para David Mendenhall, de Falcão, o Campeão dos Campeões (outra produção
da Cannon Group).
7. Herói
Pacifista
A Filmation, produtora da série animada de He-Man,
não teve nenhuma participação no longa-metragem, nem como consultoria. Já a
Mattel, interferiu em alguns detalhes: determinou que He-Man não matasse
ninguém (motivo pelo qual o exército de Esqueleto é todo formado por robôs) e
fez um concurso cujo vencedor teria um papel no longa-metragem, forçando o diretor
a torcer tempo e orçamento para inserir um personagem que não estava
programado. O vencedor, o garoto Richard Szponder, aparece brevemente, numa ponta,
como um dos capangas de Esqueleto chamado Pigboy.
8. A Volta
dos que não Foram
Para
a Cannon, o sucesso de Mestres do Universo parecia
tão certo que o estúdio já tinha planejado uma continuação. O roteiro mostraria
He-Man voltando à Terra para enfrentar Esqueleto – que tinha retornado ao nosso
planeta e o transformado num local desértico. Com o fracasso comercial do
filme, o roteiro foi reescrito e se tornou o filme Cyborg: O Dragão do Futuro (1989),
estrelado por Jean-Claude Van
Damme.
9. Amor e
Ódio
Frank
Langella considera Esqueleto como um de seus melhores
papéis no cinema. Ele adorou interpretar o vilão, principalmente para
homenagear seu filho, que era um grande fã de He-Man. Lundgren, por sua vez,
considerou o papel de He-Man como o pior de sua carreira e disse, em
entrevistas, que as filmagens foram “um pesadelo”. Tanto que, na possível
sequência, antecipou que não repetiria o papel, o que levou o estúdio a sondar
o surfista Laird John
Hamilton como substituto.
10. He-Man
com Sotaque
Por conta da pouca fluência de Dolph Lundgren em
inglês e seu forte sotaque, o diretor Gary Goddard planejava que sua voz fosse dublada por outro
ator. No entanto, o contrato de Lundgren garantia que ele teria mais tempo para
se dedicar a redublar suas falas na pós-produção. Mas, com o prazo apertado, o
diretor preferiu deixar tudo como estava e a voz de Lundgren é a que foi
gravada originalmente.
12.
Orçamento Apertado
Em esboços iniciais do roteiro, a trama de Mestres
do Universo se passaria totalmente em Etérnia, inclusive com cenas passadas na
Montanha da Serpente. No entanto, com as limitações orçamentárias, o diretor
decidiu que a história deveria se passar na Terra. Goddard conseguiu um valor
extra com o estúdio para filmar o início da história em Etérnia, ao menos.
12. Jack
Kirby, Mestre do Universo
O desenhista e roteirista de quadrinhos, John Byrne, notou
semelhanças do enredo do filme com a saga do Quarto Mundo, que Jack Kirby criou
para a DC Comics. Byrne mencionou isso numa entrevista publicada na
revista Comic Shop
News e o diretor Gary Goddard respondeu a Byrne que
procurou, sim, fazer uma homenagem a Kirby no longa-metragem, mas a todo o seu
trabalho e não apenas ao Quarto Mundo.
Finalmente a trilogia da noite do expurgo se completa, mas com um título nacional diferente dos seus antecessores. Apesar de no site IMDb o nome ainda constar como “Uma Noite de Crime 3” (The Purge: Election Year), a Universal Pictures está lançando aqui como “12 Horas Para Sobreviver“. No texto, vou me referir ao filme pelo seu subtítulo: O Ano da Eleição.
Já são 20 anos de noite do expurgo nos EUA. Agora é ano de eleição e contando com o apoio da população menos favorecida, a candidata da oposição faz campanha pelo fim da noite do expurgo. Já o governo formado pela NPFA (Novos Pais Fundadores da América), com o apoio da elite, decide acabar com esse “mimimi” e mostrar que não há elite privilegiada, decidindo que agora ninguém está livre do expurgo. Sendo assim, é estabelecido o fim da imunidade dos políticos durante essas horas. Agora a senadora da oposição não tem mais a proteção e tá lascada. Com a nova treta estabelecida, o filme agora segue a mesma estrutura do longa anterior, “Anarquia“.
Curioso que finalmente a franquia decide abordar mais abertamente a ameaça do pensamento fascista por trás da tão controversa “medida de segurança” e, logo de início, nos é apresentado o real motivo da tal noite de crimes: Matar pobres. Claro que tudo era subentendido nos anteriores. Aqui vemos os tais “Novos Pais Fundadores da América” – republicanos(?) – expondo seu ódio a todos que não sejam brancos, ricos e cristãos. Em contrapartida, temos a senadora – democrata(?) – que também é da elite branca, etc… Após passar por maus bocados em um expurgo há 18 anos, a senadora Charlie Roan tem como principal meta agora acabar com essa lei absurda
James DeMonaco também assina o roteiro e a direção deste terceiro filme, mas continua inseguro quanto a sua criação. Já estamos no suposto – Vai que aparece um quarto filme, né? – capítulo final da saga, e o cara ainda explica a premissa básica da tal “noite do expurgo” como se fosse novidade. Tudo bem que sempre tem alguém que não viu os anteriores e que se trata de uma produção da Blumhouse (Atividade Paranormal, Annabelle), mas que procurasse uma maneira mais enxuta pra contextualizar a situação. Após estabelecer a premissa, o diretor perde muito tempo apresentando os personagens e mesmo assim, o faz porcamente. É impossível criar empatia por personas tão superficiais e desinteressantes. Repetindo a fórmula do seu antecessor, vamos conhecendo individualmente um a um que, mais pra frente, vão formar um grupo que vai resolver as diferenças entre si e tentar sobreviver durante as 12 horas de crimes legalizados.
Frank Grillo está de volta, só que agora como guarda-costas da senadora anti-expurgo. Dessa vez como suposto protagonista, o nosso herói tem mais falas e um nome: Leo. Lembrando que no anterior era apenas creditado como “sargento”. Temos também Elizabeth Mitchell (Lost, Alta Frequência) no papel de Charlie Roan, a candidata a presidência dos EUA que defende o fim do expurgo e acaba virando alvo do governo vigente. Como personagens secundários, temos também o destemido e leal Marcos (Joseph Julian Soria), o bom rabugento Joe Dixon (Mykelti Williamson) e a interessante badass Laney Rucker (Betty Gabriel), cujo passado obscuro infelizmente não é aprofundado.
Como se é esperado, tudo vira um verdadeiro show de horrores nas ruas. A violência é bem mais gráfica que seus antecessores e o visual da galera é extravagante e beirando o ridículo. É, exatamente, como um figurante diz no início: “o halloween dos adultos“. Cada fantasia é super bem produzida e pensada para esse dia. Tem até máscara que pisca com neon. É tudo tão estiloso que somado às tomadas dignas de videoclipes musicais, a violência e o contexto político perdem força dramática.
Se o anterior lembrava o jogo GTA, aqui, a coisa já evolui pra Twisted Metal. Dentre os diversos grupos que tocam o terror na cidade, vale destacar o de turistas europeus fantasiados de símbolos americanos, que viajaram pra os EUA especialmente pra curtir essa noitada. Sem falar da gangue das Candy Bar Girls formado por colegiais nada inocentes.
Mais uma vez o roteiro segue apenas ameaçando ser ousado. Ao mesmo tempo que tem a denúncia contra a elite que subjuga os pobres, temos o protagonismo heroico por parte de uma representante também da elite que apenas é contra o expurgo por ter sido vítima do mesmo e não por consciência social. [Por sinal, por que não uma candidata heroína negra, latina ou outra imigrante que representasse o povo subjugado no filme de fato? Medo de ser acusado de “racismo reverso” por mostrar uma elite branca do mal? Ou é só uma exceção pra fazer média?]
Enfim… Para os demais personagens (leia-se latinos, negros e imigrantes) restam os papeis de meros coadjuvantes na causa que, apesar da produção mostrar suas boas intenções, acabam sendo retratados como terroristas radicais. Mesmo assim, o filme tenta “se desculpar” o tempo todo. Em certo momento, por exemplo, em um diálogo entre a senadora e um rapaz do povão, ela o retruca meio ofendida dizendo que nem todo político é do mal, fazendo uma autoreferência. Falta tato e jogo de cintura da parte de DeMonaco pra se tratar de um assunto tão delicado que é a luta de classes.
Mas apesar de conceitualmente raso, desajeitado, mal conduzido e espalhafatoso, “O Ano de Eleição” até que fecha bem (entre trancos e barrancos) a trilogia e pode divertir se for encarado como o que de fato é: um filme de ação genérico. O que não é novidade alguma, tendo em vista seu antecessor. Sendo justo, ao menos DeMonaco não retrata a mulher como sexo frágil e deixa sua bem intencionada crítica, mesmo que superficial e sem jeito, contra o preconceito e o perigo do armamento desenfreado nos EUA. Quem gostou dos dois longas anteriores, não vai ter o que reclamar desse último capítulo da trilogia do expurgo.
Escala de terror:
Título original: The Purge: Election Year
Direção: James DeMonaco
Roteiro: James DeMonaco
Elenco: Frank Grillo, Elizabeth Mitchell, Mykelti Williamson
Orígem: EUA, França
Baixe o filme em 720p
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Olhos Famintos 3
O cineasta Victor Salva possui
uma filmografia no mínimo curiosa. Estreou na direção de longas com o filme
“Palhaço Assassino” (exibido na TV como “Máscaras do Terror”, no saudoso Cine Trash)
em 1989. Depois de passar um período preso acusado de abuso do garoto
protagonista de seu filme, Salva voltou para o cinema em 1995 na direção de
duas de suas melhores realizações: “Maus Companheiros” e “Energia Pura“, que
considero a sua obra-prima máxima.
Mas, foi em 2001 que Salva viu
nascer seu maior sucesso nas telonas, “Olhos Famintos” (Jeepers Creepers).
Produzido por Francis Ford Coppola, “Olhos Famintos” trazia um roteiro simples
e com ênfase no suspense, deixando o terror propriamente dito para seu clímax.
O filme foi extremamente bem aceito pelo público e recebeu bons elogios por
parte da crítica especializada em cinema de gênero. Com poucos nomes conhecidos
no elenco, o filme atraiu os fãs de filmes de terror e suspense contando a
história de uma criatura misteriosa que a cada 23 primaveras se alimenta de
suas vítimas, guiado pelo medo delas, quanto mais medo sentirem, mas saborosas
elas se tornam para o Creeper.
Com o sucesso, surgiu a continuação
no ano seguinte, que obteve também um bom resultado, mas que foi menos
sugestivo do que seu antecessor e optou por seguir uma linha mais gráfica,
apostando em sustos fáceis e sem muita inspiração, tornando-se apenas um
entretenimento esquecível e rotineiro.
Os anos foram se passando e o rumor
da produção de um novo filme da franquia começou a pipocar pelas redes sociais
como Orkut e Facebook. Já até diziam que o longa se chamaria “Jeepers Creepers
III – Cathedral”. Mas, nada de ser lançado ou mesmo qualquer notícia referente
às filmagens do filme. Muito se especulava também que essa terceira parte iria
explicar a origem do Creeper, ou que iria trazer personagens do primeiro filme
numa trama de vingança… Eis então que em 2017 somos finalmente apresentados a “Olhos
Famintos III”, e a espera não valeu absolutamente nada a pena.
A trama se passa antes dos eventos
do segundo filme. O roteiro é extremamente preguiçoso, mal escrito e pior ainda
desenvolvido. A impressão é que tudo foi feito às pressas e os efeitos em CGI
são péssimos. Nada se salva!
No elenco temos outro enorme problema.
Tirando alguns atores de verdade, boa parte do elenco é totalmente amador. Stan
Shaw é o que mais se aproxima de um protagonista e o que se esforça pra
entregar algo de seu personagem. Brandon Smith parece reprisar seu papel em “Energia
Pura”, mas sem a menor motivação. Meg Foster entrega uma tentativa de
interpretação no piloto automático e sem freio.
Nem mesmo Johnathan Breck, retornando ao papel do Creeper,
consegue causar qualquer reação em quem assiste. Isso sem falar no time de
policiais mais burros e incompetentes que o cinema já viu desde “Halloween
5 – A Vingança de Michael Myers”. O veículo do Creeper que
antes parecia verdadeiramente ameaçador e tenebroso agora se tornou
praticamente um Bat-Móvel, com direito a explosivos
e tudo mais.
“Olhos Famintos III” é a continuação (nem tão
continuação assim) mais desnecessária que vi em muitos anos. Não tem nada que
justifique sua espera. Não empolga e não funciona em absolutamente nada de sua
proposta inicial. Só serviu pra decepcionar os fãs da franquia que aguardavam
ansiosamente pelo retorno do Creeper às telonas, ou nesse caso para as
telinhas, já que foi direto para exibição no SyFy. No final ainda deixa uma
brecha para uma possível continuação, mas duvido muito que aconteça. Em resumo,
não perca seu precioso tempo com isso.
Quatro década depois de ter escapado do ataque de Michael Myers em uma
noite de Halloween, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) terá que confrontar
o assassino mascarado pela última vez. Ela foi perseguida pela memória
de ter sua vida por um triz, mas dessa vez, quando Myers retorna para a
cidade de Haddonfield, ela está preparada.
Quando as pessoas dizem que sentem falta dos filmes co a cara dos anos 1980,
o que exatamente eles sentem falta? A imagem diferenciada ? Os heróis e vilões caricatos? Ou talvez a forma como os blockbusters de Hollywood e os filmes produzidos direto para video foram feitos a partir de ideias cativantes e originais as vezes mas que eram impressionantes no papel, mas que com frequência saíam datadas e Toscas na tela ?
O Robot Jox, do diretor Stuart Gordon, foi lançado em 1990, embora a filmagem tenha sido concluída em 1987, com o atraso de três anos devido principalmente aos problemas financeiros de sua produtora. O filme é completamente dos anos 80, independentemente, até o ponto em que já era uma relíquia quando chegou aos cinemas no Brasil veio direto para o VHS., a história de Robot Jox é de uma Terra pós-apocalíptica onde os EUA e a URSS ainda estão em guerra sob os nomes “O Mercado” e “A Confederação” eles resolvem suas disputas agora em combates de Robõs gigantes !
Robôs gigantes lutando uns contra os outros com punhos foguete e serras lá embaixo !? Em Robot Jox , Gary Graham interpreta Aquiles, o herói que após a morte de um de seus companheiros de equipe resolve voltar a ativa para enfrentar o vilão alexander , durante a luta o robot de aquiles cai acidentalmente sob uma multidão que assistia a luta , matando centena de pessoas .
O combate é interrompido pela tragédia , sentindo-se culpado aquiles não quer mais lutar .
Após muita insistência ele resolve encarar alexander novamente .
Mas o grupo de esta sendo sabotado , uma recruta novata dopa e toma o lugar de aquiles , que terá que destruir a conspiração , retomar seu robo e salvar a garota .
Sci-fi b todo produzido nos anos 80 mas só lançado em 1990 , tem um roteiro tosco ,
e uma história bem manjada com as tipicas patriotadas patéticas dos EUA , com aquele
Bordão do bem contra o mal e bla bla bla de sempre .
Robot Jox consegue entreter , pois o Stop Motion dos robôs durante as lutas é bem legal ,
Athena , Alexander o vilão e o herói Aquiles
A direção e de Stuart Gordon
No elenco temos : Gary Graham , Anne-Marie Johnson e Paul Koslo
Escreva-se no nosso canal no youtube , basta clicar no link abaixo !